O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) enviou um requerimento pedindo Audiência Pública para discutir reajuste remuneratório de servidores públicos na Câmara dos Deputados. O documento pede o aumento salarial de 19,99% de funcionários de todas as categorias, que não recebem atualizações há três anos. A reivindicação corresponde a perdas inflacionárias de 2019 a 2021. Nessa The post Requerimento pede aumento de 19,99% no salário de servidores públicos por perdas inflacionárias no Governo Bolsonaro appeared first on FNA.Read More

O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) enviou um requerimento pedindo Audiência Pública para discutir reajuste remuneratório de servidores públicos na Câmara dos Deputados. O documento pede o aumento salarial de 19,99% de funcionários de todas as categorias, que não recebem atualizações há três anos. A reivindicação corresponde a perdas inflacionárias de 2019 a 2021. Nessa quarta-feira (02/02), data que marca a abertura dos trabalhos legislativos de 2022, os trabalhadores realizaram atos em todo o Brasil, e cobraram do governo Bolsonaro tratamento igualitário, além de seguir reivindicando o cancelamento da PEC 32, da reforma Administrativa.

De acordo com a presidente da Federação Nacional dos Arquitetos (FNA), Eleonora Mascia, esse reajuste é necessário, pois todas as categorias, além dos arquitetos e urbanistas, estão sendo constantemente prejudicadas. Além disso, ela acredita que o requerimento movimentará as pautas do governo que, até então, não manifestou qualquer intenção de atender a demanda. “Essa discussão tem caráter emergencial. É preciso mostrar a luta de todos os servidores e colocar essa pauta no centro da agenda”, salienta.

Para debater o tema, o documento pede a presença de representas do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasef), do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos e Socioeconômicos (Dieese) e da Secretaria de Gestão de Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia (SGP).

Crédito: Reprodução/Fonasefe

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A Federação Nacional dos Arquitetos (FNA) reforça o movimento puxado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais pela revogação imediata da Medida Provisória (MP) nº 1099. A medida simula o enfrentamento ao desemprego, incentivando contratações precarizadas e com baixa remuneração pelas prefeituras. Além disso, a MP cria o “Programa Nacional de Prestação The post FNA reforça pedido de revogação imediata de MP que incentiva contratações precárias appeared first on FNA.Read More

A Federação Nacional dos Arquitetos (FNA) reforça o movimento puxado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais pela revogação imediata da Medida Provisória (MP) nº 1099. A medida simula o enfrentamento ao desemprego, incentivando contratações precarizadas e com baixa remuneração pelas prefeituras.
Além disso, a MP cria o “Programa Nacional de Prestação de Serviço Civil Voluntário e o Prêmio Portas Abertas” que, para os presidentes das centrais, “não passa de nova manobra do governo Bolsonaro para retirar ainda mais direitos”. “Propomos que o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, realize a imediata devolução desta nova medida precarizante. Refutaremos toda e qualquer tentativa do governo”, diz trecho final da nota.

Confira a íntegra da nota:
Contra a precarização do serviço voluntário propomos imediata devolução da MP 1099
A Medida Provisória 1099, publicada em 28/01/2022, que institui o “Programa Nacional de Prestação de Serviço Civil Voluntário e o Prêmio Portas Abertas” não passa de nova manobra do governo Bolsonaro para retirar ainda mais direitos.
Através da MP o governo simula enfrentar o desemprego incentivando as contratações precarizadas e com baixa remuneração pelas Prefeituras. Mais um golpe contra a classe trabalhadora.
O desemprego, o desalento, a inatividade e a subocupação já atingem a marca de 29 milhões de brasileiros. A taxa de informalidade passa de 43%, segundo a última publicação do IBGE. E a MP 1099, ao invés de criar empregos decentes, fomentar o desenvolvimento pleno e soberano, investir em infraestrutura e serviços de qualidade, aponta para o aprofundamento deste cenário.
No fim dos seus quatro anos, depois de todo mal que fez ao Brasil, o governo Bolsonaro tenta camuflar a miséria crescente com a criação de trabalhos precários, sem direitos e perspectivas, como se desse uma esmola para o povo a fim de ganhar os votos que precisa para se manter no poder e continuar seus males feitos.
A proposta deverá passar por cuidadoso debate no legislativo, análise, inclusive, já realizada e derrotada no mérito quando do tratamento da MP 1045 que continha conteúdo semelhante.
Propomos que o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, realize a imediata devolução desta nova medida precarizante. Refutaremos toda e qualquer tentativa do governo. Bolsonaro de prejudicar os trabalhadores, que já sofreram tanto nesta gestão.

São Paulo, 02 de fevereiro de 2022

Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
Miguel Torres, presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
Adilson Araújo, presidente da CTB (Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
Oswaldo Augusto de Barros, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)
Antonio Neto, presidente da CSB (Central de Sindicatos do Brasil)
Atnágoras Lopes, secretário nacional da CSP CONLUTAS
Edson Carneiro Índio, secretário geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora
José Gozze, presidente da Pública, Centraldo Servidor
Emanuel Melato, coordenação da Intersindical Instrumento de Luta

Com informações da CUT.

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