A Federação Nacional de Arquitetos e Urbanistas (FNA) trabalha com um projeto de expansão dos cursos e treinamentos que deverá integrar os grupos de trabalho (GT) de Comunicação e Formação Sindical em 2021. O assunto foi tratado em reunião realizada com representantes sindicais na noite desta terça-feira (01/12). Segundo a presidente da FNA, Eleonora Mascia, The post FNA trabalha em pauta integrada de Formação e Comunicação para 2021 appeared first on FNA.Read More

A Federação Nacional de Arquitetos e Urbanistas (FNA) trabalha com um projeto de expansão dos cursos e treinamentos que deverá integrar os grupos de trabalho (GT) de Comunicação e Formação Sindical em 2021. O assunto foi tratado em reunião realizada com representantes sindicais na noite desta terça-feira (01/12). Segundo a presidente da FNA, Eleonora Mascia, essa composição está no planejamento para 2021, assim como ajustes na agenda de encontros mensais do Conselho de Representantes.

Segundo o coordenador do GT de Formação Sindical e diretor da FNA, Danilo Matoso, a ideia é oferecer opções de formação aos associados dos sindicatos e buscar convênios de alcance nacional que viabilizem ampla e diversa adesão. “Precisamos nos reestruturar em função da realidade política que tem desdobramentos financeiros para o movimento sindical”, alertou, ressaltando a importância de ampliação da base de associados e da busca de novas fontes de receita para o movimento. Outros temas de formação giram em torno das políticas da FNA e dos sindicatos, como Athis e o uso de softwares livres.

Durante o encontro, a secretária de Educação e Comunicação, Fernanda Lanzarin, apresentou o resultado da Campanha de Valorização Sindical e dos projetos da pasta cumpridos em 2020. “Tivemos um feedback positivo em um ano diferente, onde várias coisas aconteceram. O que se viu foi um movimento integrado entre os sindicatos e a federação e isso não me lembro de ver na história recente da FNA”, ponderou.  Além das campanhas para redes sociais, a comunicação reformulou o site de alguns sindicatos e agiu na divulgação de pautas regionais em outros.

Entre os planos apresentados pelo GT da Comunicação para 2021 está a realização de uma pesquisa para identificação do perfil do novo arquiteto e urbanista e de produção e de manutenção de suporte de conteúdo aos sindicatos.

The post FNA trabalha em pauta integrada de Formação e Comunicação para 2021 appeared first on FNA.

FNA
0

Travar a luta por salários e direitos da categoria, ampliar a base de associados, envolver a população são alguns dos muitos desafios enfrentados pelos sindicatos de arquitetos e urbanistas hoje. À frente da Secretaria de Organização e Formação Sindical da FNA, Danilo Matoso, mediou a primeira de uma série de quatro mesas do 44º ENSA The post SARJ, Saergs e Sindarq/MS trabalham para reforçar utilidade dos sindicatos appeared first on FNA.Read More

Travar a luta por salários e direitos da categoria, ampliar a base de associados, envolver a população são alguns dos muitos desafios enfrentados pelos sindicatos de arquitetos e urbanistas hoje. À frente da Secretaria de Organização e Formação Sindical da FNA, Danilo Matoso, mediou a primeira de uma série de quatro mesas do 44º ENSA que visam a compartilhar experiências e políticas dos sindicatos, de que participaram o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado do Rio de Janeiro (SARJ), o Sindicato dos Arquitetos no Estado do Rio Grande do Sul (Saergs) e o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Mato Grosso do Sul (SINDARQ-MS). Alguns dos temas tratados foram o diálogo com a sociedade, a importância da juventude neste diálogo e os benefícios que se podem oferecer aos associados.

O presidente do Saergs, Evandro Babu Medeiros, frisou que as ações de 2020 buscaram trazer uma reformulação, concedendo um novo gás ao trabalho do sindicato em busca de maior protagonismo na sociedade gaúcha. Em 2020, o Saergs promoveu uma série de eventos virtuais, onde debateu questões diversas, da relação com os movimentos sociais no seminário Olhares sobre a Cidade aos desafios do mundo do trabalho em tempos de pandemia abordados no Fórum Saergs no Mundo do Trabalho. “Sempre trabalhamos forte junto às faculdades. Se queremos reinventar os sindicatos temos que trazer debates para a sociedade, seja para autônomos, trabalhadores e para estudantes”, salientou, mostrando em imagens a abrangência e visibilidade atingida por projetos da comunidade gaúcha.

No Rio de Janeiro, Rodrigo Bertamé, presidente do SARJ, apresentou ações realizadas pela diretoria do sindicato que buscam dialogar com as demandas diárias dos profissionais, seja nas redes sociais, seja no dia a dia no canteiro de obra. Do “Arquitetura contra o Corona” ao “Arquiteto do Cotidiano”, a diretoria empenhou-se em novos projetos. Segundo a arquiteta e urbanista colaboradora do sindicato, Luana Bortoluzzi, temas como o assédio no ambiente de trabalho levantaram discussões polêmicas e altamente relevantes.  “Trabalhamos por um sindicato que discuta mais as necessidades imediatas dos arquitetos, que esteja mais próximo do arquiteto da favela e da periferia. Profissionais que são um grupo diferenciado de outrora. Não são mais filhos das elites. São jovens arquitetos de baixada fluminense, formados com apoio do FIES ou do Prouni”. E perguntou: Quem são esses novos arquitetos?  “São arquitetos de uma base social mais ampla, que não são servis às elites”, respondeu ela mesma. No próximo dia 8 de dezembro, o SARJ realiza live, às 19h, para tratar do impacto da alta de insumos e custos na atuação dos arquitetos.

Focada em equilibrar a balança e garantir que a anuidade dos associados se transforme em benefícios, a diretoria do SINDARQ-MS detalhou plano de parceria e convênios para amplificar a representação e rentabilidade do sindicato. A primeira pergunta que a nova diretoria fez, conta a presidente Iva Carpes, foi Por que pagar o sindicato? “Aí entendemos que era preciso fortalecer o sindicato e, com isso, fortalecer a categoria”.

Convicta que a bandeira de sua gestão é o arquiteto, a diretoria negociou para os associados uma série de benefícios como uma rede de descontos por meio de aplicativos georreferenciados, ou uma inovadora “Terapia de Bolso”, um projeto que garante aos associados desconto em atendimento psicológico online.

O diretor Thiago Petillo apresentou ainda uma proposta de atuação do Sindicato junto a projetos locais de regularização de imóveis. “O Sindicato ganha, o arquiteto ganha e a cidade ganha”, conclui.

 

 

The post SARJ, Saergs e Sindarq/MS trabalham para reforçar utilidade dos sindicatos appeared first on FNA.

FNA
0

São muitos os desafios que a pandemia de Covid-19 impõe à sociedade e ao trabalho dos arquitetos e urbanistas. Porém, dois deles são cruciais para avançar contra o vírus: combate constante à desigualdade social e preservação ambiental. Esses foram os principais pontos destacados pelos participantes de live que integra a programação do 44º Encontro Nacional The post Combate à desigualdade social e preservação ambiental são chaves contra a pandemia appeared first on FNA.Read More

São muitos os desafios que a pandemia de Covid-19 impõe à sociedade e ao trabalho dos arquitetos e urbanistas. Porém, dois deles são cruciais para avançar contra o vírus: combate constante à desigualdade social e preservação ambiental. Esses foram os principais pontos destacados pelos participantes de live que integra a programação do 44º Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas (Ensa), na noite de terça-feira (01/12). A transmissão, realizada pelo Youtube, contou com a participação da ex-presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) Valeska Peres Pinto, que lançou a dúvida aos cerca de 70 profissionais que acompanhavam o debate: “Como vamos resolver o problema de desigualdade se não colocarmos na nossa agenda as pessoas vulneráveis?”.

Valeska se mostrou preocupada com a ausência dos arquitetos e urbanistas nas comunidades e zonas vulneráveis pois, para ela, é necessário que a classe esteja onde o problema está. “Vamos ter que tirar o salto alto e calçar a sandália para trabalhar nas comunidades. Temos que ir às pessoas e nos somar. Porque é ali, no plano da comunidade, que vai acontecer a educação, que vai se descobrir os mecanismos de autodefesa e solidariedade”, alertou. Para ela, é preciso que o exercício da profissão mude, porque, só assim, se consegue mudar os seus paradigmas.

Nessa mesma lógica, o presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Fernando Pigatto, afirmou que a participação popular é essencial para combater essa e as próximas epidemias que estão por vir e defendeu vacinação para todas as pessoas da nação. “No âmbito federal, estadual e municipal, encontramos gestões que não gostam da participação popular”, denunciou. Expondo o descaso do Governo Federal, Pigatto fez menção aos testes de Covid-19 parados nos estoques, que estão com o prazo de validade vencendo e que somam, em número, mais do que os testes já realizados na população. “Como a gente sabe quem está adoecendo e morrendo? Temos que tratar da realidade para poder enfrentar a realidade”, conclamou.

Também destacando a importância da participação na população no processo de combate à pandemia, o arquiteto e urbanista Nilton Bahlis dos Santos e pesquisador na Fiocruz, se mostrou pessimista sobre o desenvolvimento da vacina contra a Covid-19 no curto prazo. “A vacina não vai funcionar porque temos um vírus mutante. Ou passamos a entender como se lida com essa e outras epidemias, ou a humanidade será destruída”, sentenciou. Para Santos, o caminho deve ser de educação e transformação na rotina da sociedade. “Temos que voltar à fase inicial do desenvolvimento da vacina: apostar na educação das pessoas e na capacidade de mudar o modo de vida”, afirmou, sobre as aglomerações e atividades sociais, que foram afetados por conta da possibilidade de contaminação.

Mediando o debate, o secretário da FNA Ormy Hütner Jr. destacou o fato de que, desde o século XIX, os urbanistas travam batalhas pelas questões de saúde, de readequação e melhoria das condições de vida no Brasil. Para o arquiteto e urbanista, a Covid-19 é só mais um entrave sanitário que a sociedade enfrenta em meio a outros tantos. “Se a gente imaginar que a crise da pandemia venha ser superada, a crise socioambiental vai continuar existindo. Dengue, tuberculose, poluição do ar estão aí. São questões que não chamam a atenção dos gestores públicos”, pontuou.

A live completa pode ser conferida no link https://www.youtube.com/watch?v=OGwPKg73TO8.  O Ensa é uma promoção da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas e conta apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR). A programação segue até domingo (6/12).

 

No Chat

Confia aqui alguns comentários que chamaram atenção no chat da live:

Eleonora Mascia
‘Essa reação do movimento social, no qual estão incluídas as entidades de representação dos trabalhadores, é fundamental para defendermos políticas públicas de prevenção e combate à pandemia. As novas relações de trabalho terão que ser regulamentadas, considerando os novos desafios. Mudanças profundas e muito rápidas no modo de morar, se deslocar, trabalhar e conviver em comunidade.’

Sarah Rubia Nunes
“Vem surgindo diversos movimentos populares de enfrentamento à Covid, onde a comunidade se reorganiza de modo a sobreviverem, tanto com informações como acesso a cuidados preventivos de saúde coletiva. Os ricos são minoria, a grande massa está confinada nas favelas e periferias e é pobre. São os mais vulneráveis e são as catracas da economia.”

Ângelo Arruda
“O que temos pela frente é muito desconhecido e temos de ter muita paciência para elaborarmos processos e projetos para esse tal novo normal.”

Jéner Pontes de Oliveira
“O novo mundo é assustador… mas está aí e não é subjetivo, ou “você” se adapta ou morre. Respeitar o ideal deixou de ser opcional para ser sobrervivencial…”

Marineia Lazzari
“O clima está na pauta dos empreendedores e investidores (dos grandes). Esta pauta tem que entrar no campo das cidades”

Andréa dos Santos
“Precisamos estar nos espaços de construção das comunidades. desde a moradia, mas questões de saneamento e na construção colaborativa da melhor adequação dos espaços mais saudáveis.”

Eleonora Mascia
“O SUS foi conquista da Constituição de 88 e se manteve porque não conseguiram derrubar a lei. campanha em defesa do SUS e derrubada da PEC da Morte.”

Sinarq MG
“Viva a crítica. E a sua permanência…”

Sarah Rubia Nunes
“As doenças crônicas têm sido negligenciadas e isto está causando uma série de problemas ao SUS, porque superlota as emergências e as UTIs somando aos casos de Covid.”

Imagem: Reprodução Youtube

The post Combate à desigualdade social e preservação ambiental são chaves contra a pandemia appeared first on FNA.

FNA
0