Cientes da necessidade de uma representação sindical nas negociações de dissídio coletivo, os arquitetos e urbanistas da BHTrans voltam a contribuir voluntariamente com o Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas no Estado de Minas Gerais (Sinarq-MG). A Contribuição Social Urbana (CSU) obrigatória, prevista na CLT há quase 80 anos, foi revogada durante a reforma trabalhista de 2018. A CSU é a principal fonte de renda dos sindicatos locais, proporcionando infraestrutura, comunicação e auxílio à categoria. Acordos coletivos, convenções de trabalho, assessoria jurídica e contábil são apenas algumas das atividades mantidas pela contribuição. Diferente de outros países, a luta sindical no Brasil atinge indiscriminadamente todos os profissionais, sindicalizados ou não. Por isso, com o fim da contribuição obrigatória, haverá uma perda de recursos para manutenção básica, com o risco da categoria ficar desassistida. Neste sentido, os arquitetos e urbanistas da BHTrans sentiram a necessidade de retomar suas contribuições com o sindicato para que o mesmo tenha condições de seguir na luta pela defesa dos direitos da categoria.
Confira mais informações sobre as contribuições
JCOMP/FREEPIK/DIVULGAÇÃO
Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e…
Estão abertas as submissões de trabalhos para o 22º Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA 2026),…
A ParaLivre realiza neste dia 5 de março, às 19h, um encontro virtual voltado ao…
A delegação da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) teve participação de destaque na…
Iniciou nesta terça-feira (24/02), a 6ª Conferência Nacional das Cidades. A Federação Nacional dos Arquitetos…
Nesta terça-feira (24/02), inicia a 6ª Conferência Nacional das Cidades. O encontro reunirá representantes do…